Gente que faz a diferença

E se a Justiça do Trabalho não existir para dar razão ao trabalhador?

Dra. Erotilde Minharro, magistrada da Justiça do Trabalho, entrevistada da Revista Angel

Quase todo mundo que fala de Justiça do Trabalho foca em quem pede. Erotilde Minharro traz a visão de quem decide. Magistrada, ocupa um lugar que não pertence a nenhum dos lados: ouve as duas versões, examina as provas e, no fim, precisa decidir o conflito com imparcialidade, equilíbrio e sensibilidade.

Quem responde quando quem dá as ordens é um algoritmo?

Dr. Pedro Benatto, advogado trabalhista e professor, entrevistado da Revista Angel

Pergunte a Pedro Benatto o que mudou no mundo do trabalho e ele devolve uma imagem incômoda: o chefe perdeu o rosto. O que virou do avesso, diz, “foi a subordinação algorítmica, ou seja, o chefe humano que controlava horários, foi substituído por metas automatizadas e vigilância digital”.