Gustavo Zanon

por Revista Angel

Gustavo Zanon, atualmente, ocupa o cargo de COO na Seguralta Franchising. Iniciou sua carreira bem cedo. Desde os 14 anos já estava por dentro dos negócios da família. Passou pelos departamentos de sinistro, comercial com ênfase em vendas diretas e de administração de apólices. Já foi gerente da bolsa de seguros, gestor de franquias e treinamentos e diretor comercial. É também um adepto de esportes: triatleta de IronMan.

O tino para os negócios provém de sua família de empreendedores. Seu pai fundou a Seguralta há mais de 55 anos. “Percebi que, para mim, o caminho de empreender fazia muito sentido”. Aos 20 anos, assumiu um cargo de diretor e passou a administrar a empresa. “Depois disso, conseguimos lançar um modelo de franquia com a Seguralta, criamos o Grupo Zanon, que tem mais de 2.500 franquias e mais de 10 marcas”. Seu primeiro grande desafio foi quando assumiu a empresa. “Vi que tínhamos um problema de gestão muito sério e que haviam nos colocado em uma situação muito delicada. As nossas despesas superavam as nossas receitas por uma má gestão”.

Por ser uma pessoa muito questionadora, não aceitou a situação crítica como uma opção. “Decidimos inovar e fiz o que era necessário para criar a primeira franquia de corretora de seguros, ao lado do meu irmão, Reinaldo, dentro de todas as leis e todos os processos. Até o momento não exista nenhuma na área. E, hoje, existem outras marcas desse segmento graças à essa nossa ambição e vontade de transformar o mercado.” Além disso, para conseguir implementar algo de forma rápida e precisa, foi essencial dar autonomia para a equipe. No mundo atual, em que tudo muda rapidamente, se engessar demais os comandos e depender muito da decisão de um diretor ou presidente da empresa, o time se perde. “Dessa maneira, preciso contratar boas pessoas, ensinar para elas os riscos que podem correr, mas, principalmente, preciso dar autonomia para que implementem novas concepções para que não fiquemos para trás no mercado”. 

Na pandemia, comenta que o mercado da Seguralta, felizmente, foi pouco afetado. “O seguro traz uma segurança para as pessoas. E, nesse momento de insegurança, as pessoas não querem perder os bens que elas conquistaram. No paralelo, criou o que chama de “círculo de confiança” ao reunir seus colaboradores e deixar claro que não estava em seus planos ter demissões, pois a empresa tinha condição de mantê-los em seus cargos. Esse posicionamento desde o início da gestão da empresa fez que a equipe se motivasse e, como consequência, crescessem. O empresário considera que não há como produzir em um ambiente de insegurança, já que a inovação depende de segurança.

Gustavo acredita que a fé, o foco e a força são necessários na vida e sempre tem o lema de Airton Senna consigo: “Pode demorar o tempo que for, mas você vai alcançar os seus objetivos”. Considera que transformar a vida das pessoas é o maior de todos os seus projetos. “Busco sempre criar dentro da minha empresa um ambiente onde as pessoas possam se desenvolver e realizar seus sonhos. Tendo isso como objetivo, acabo me forçando a sempre trazer novos negócios para o Grupo porque sempre me preocupo em desenvolver todo mundo até o ponto de fazerem parte de uma sociedade com a gente. Tenho prazer de viver, de ver a vida das pessoas, dos meus colaboradores e franqueados serem transformadas.” 

E como gostaria de ser lembrado no futuro? “Quem sabe lá na frente como um cara que conseguiu transformar mais de um milhão de vidas. Isso é o que me faz levantar da cama todos os dias e fazer o que eu faço com alegria.” 

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