Dra. Cintia Nazif Rasul

por Revista Angel

Dra. Cintia Nazif Rasul é formada em fonoaudiologia pela Universidade Veiga de Almeida do Rio de Janeiro desde 2011. Possui também MBA de Eletroestimulação para fonoaudiólogos e pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar e Disfagias Orofaríngeas.

Em 2017, aos 29 anos, inaugurou sua clínica CBEFS – Clínica Bem Estar Fonoaudiologia e Saúde em Porto Velho – Rondônia, sua cidade natal, a qual, mantém ainda hoje com uma equipe super qualificada. Seu principal foco é o cuidado com a voz falada e cantada realizando atendimentos tanto online como presencial.

Cintia, que toca piano desde os 9 anos, também formou-se em Música pela Escola de Música Villa-lobos do Rio de Janeiro/RJ e em 2019, ganhou o Prêmio Mulher Notável, pelo seu destaque na atuação na área da Fonoaudiologia em especial na área do canto, onde a mesma atua fazendo preparação vocal de cantores.

Em seu currículo, acumula várias especializações como: curso de Fonoaudiologia Forense: “Identificação Forense do Falante”, de “Atualização em Fonoaudiologia Clínica Aplicação do PROC – Protocolo de Observação Comportamental”, de “Atualização em Reabilitação Vestibular”, de “Articulação da Fala: Terapia para Colocação de Fonemas”, entre tantos outros. 

Sua visibilidade também se deve ao fato de que apresenta o quadro “Saúde e Bem-Estar”, do Programa Sábado é Show, da Rádio Band do RJ, aos sábados pela manhã, levando temas/assuntos relacionados à área da Fonoaudiologia. 

A profissional atribui seu sucesso ao atendimento humanizado, com bom prazo e eficácia do tratamento. Ela acredita que pode contribuir com a melhora/evolução de um paciente por meio de seu conhecimento, ajudando-o positivamente na sua reabilitação. “Quando criança, fiz tratamento de fonoaudiologia para troca de fonemas (dislalia). Eu trocava “v” por “z”, “c” por “t”. Desde então, me encantei pela profissão e hoje vejo que estava certa. Sou apaixonada pela fonoaudiologia”. Ela relata que através de um plano terapêutico bem elaborado e invidualizado, tratamentos que poderiam durar 1 ano ou mais, pode ser reduzido para 4 à 6 meses. 

Com senso de responsabilidade e ética, cita um caso clínico (que já foi publicado como caso clínico na  Revista Saúde, com a devida autorização do paciente), o qual teve um quadro de Paralisia Facial quando estava em fase final de Mestrado. Fato este, que gerou inúmeros transtornos físicos e emocionais ao paciente, como: alteração para de alimentar e se comunicar em virtude do desvio labial, espasmos hemifaciais, sudorese e  ressecamento ocular. Com tratamento individualizado e direcionado às necessidades do paciente, em 5 meses estava plenamente reabilitado. “Quando retornou e concluiu seu mestrado, fez uma dedicatória agradecendo à mim, enquanto fonoaudióloga, por tê-lo devolvido seu sorriso. Foi muito gratificante poder vê-lo reabilitado e voltando à rotina”.

No início da pandemia, foi um desafio para adaptar as sessões de modo online, principalmente nos casos infantis, pois os pacientes não podiam ficar desamparados para não gerar uma regressão de quadro clínico. Porém, com o tempo, foi possível adaptar as sessões de forma eficaz e, atualmente, tem funcionado muito bem. A profissional pactua que é necessário crer nos sonhos e buscá-los é essencial. “Se no caminho surgirem barreiras e dificuldades, 

veja-as como parte do percurso. Afinal, na vida, sempre haverão obstáculos. Cabe a nós conseguirmos aprender com cada um deles e superá-los. Mas nunca, nunca mesmo, permita que o medo de tentar novamente; de recomeçar, te faça parar ou desistir”.

Conheça outros profissionais entrevistados nas séries “As mulheres mais poderosas” e “Homens, histórias de sucesso”.

O que achou? Participe. Deixe seu comentário.