Dr. Ricardo Caramanti

por Revista Angel

Único profissional de medicina com especialização certificada em Neurocirurgia Oncológica de toda região de São José do Rio Preto/SP, Ricardo Caramanti é um profissional distinto e conta com profundo conhecimento em sua área de atuação por meio dos títulos de mestre em Glioblastomas Multiformes pela FAMERP, além das relevantes especializações em Microcirurgia de Tumores Cerebrais e Neurocirurgia Vascular pela UNIFESP, em Tumores de Base de Crânio pela FAMERP e em Cirurgia Endoscópica para Tumores Cerebrais no Hospital do Câncer de Barretos.

Aos 32 anos, o médico contribui profundamente não só com a evolução da medicina no Noroeste Paulista, como também com a promoção da saúde global por meio de suas publicações nas melhores revistas científicas de neurocirurgia do mundo, tais como: Operative Neurosurgery, World Neurosurgery, Surgical Neurology e Brazilian Neurosurgery. “Acredito que a qualificação profissional é primordial na neurocirurgia. Deve incluir não somente a formação básica como a maioria faz, mas também as publicações em revistas de alto impacto. O que mostra que o profissional tem uma capacidade de ensinar os outros da mesma especialidade”.

“Além disso, fazer subespecialização séria de tumores cerebrais faz toda a diferença. Infelizmente, muitos profissionais do mercado preferem subespecializações vinculadas a hospitais famosos que exigem apenas um ou dois dias de aulas no mês e não ensinam nada específico em relação à arte da neurocirurgia. No meu caso, preferi por dois anos de formação suplementar em tumores cerebrais e aneurismas em período integral. No início foi difícil, pois como decidi fazer o programa de especialização logo que saí da residência médica, acabei me dedicando mais aos estudos e à melhora da técnica cirúrgica, porém com um menor contato com os pacientes. Contudo, melhorei as técnicas e abordagens necessárias para o tratamento do paciente, pois respeito a necessidade de promover a melhor assistência cirúrgica e humana possível”.

Questionado sobre suas motivações profissionais, Ricardo lembra a todos a importância do seu trabalho e releva quão necessário é promover atendimento próximo e acolhedor, principalmente em sua especialidade. “Adoro a ideia de ajudar alguém a superar a doença, acho isso extremamente necessário quando se lida com pessoas que apresentam alguma patologia. Minha missão profissional é tentar levar um pouco de conforto e carinho aos pacientes que tanto sofrem por apresentar tumores cerebrais”.

“No cenário de pandemia atual, o maior desafio está em conciliar restrições hospitalares como o reduzido número de leitos e vagas no centro cirúrgico com as necessidades dos meus pacientes. Visto que uma pessoa que apresenta um tumor cerebral não pode esperar tanto para receber o tratamento adequado, porém, com muito empenho e organização dos hospitais em que atendo, estamos superando este desafio. Enquanto projeto para o futuro, esperamos nos próximos anos desenvolver, com ajuda da minha equipe, uma unidade neurooncológica que está em processo de formatação para melhor atender pacientes portadores de tumores cerebrais”.

Membro do laboratório de microanatomia neurocirúrgica da UNIFESP e Membro Titular Internacional da Academia Americana de Cirurgia Neurológica (AANS), da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e da Sociedade Latino Americana de Neurooncologia, Ricardo, sempre focado em seus livros, artigos e assíduo participante de congressos e cursos no exterior, acredita no poder enriquecedor de transmitir conhecimento. “Ensinar sempre nos acrescenta algo e, como professor convidado responsável pela divisão de tumores cerebrais do departamento de ciências neurológicas e psiquiatria da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP, posso dizer que a cada aula aprendo algo novo com os alunos e residentes.”

“Para aqueles que estão em busca de sonhos e ideais profissionais, sugiro que sigam seus objetivos e, principalmente, façam o que os deixam felizes. A profissão mais importante para cada um deve sempre ser aquela que nos faz feliz independente de qualquer tipo de ganho. Fazer suas atividades com carinho faz com que você tente fazer tudo melhor sempre. Para os ingressos na medicina, acredito que manter a ética é fundamental. Isso inclui nunca mentir e fazer o que for melhor para o paciente, tomando-o como se fosse alguém da sua família”.

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fotografia:Revista ANGEL / JR ROSSI
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