Homens, Histórias de Sucesso – Edição 2020

Daniel Costa é daqueles empresários que tem um objetivo claro e faz questão de que todos saibam logo de cara: “Meu propósito é transformar pequenas empresas em grandes redes de franquias.”

Formado em comunicação social, MBA em Gestão de Franquias pela FIA Business School e atualmente cursando MBA Executivo em Administração pela FGV, Daniel tem um histórico profissional multidisciplinar e dinâmico, fato que o fez ser atraído pelo empreendedorismo. “Comecei a trabalhar muito cedo, aos 11 anos, ajudando minha mãe em um bar no qual era sócia com minha avó. Aos 16, tive o primeiro registro em carteira como office-boy em uma casa agropecuária onde fiquei por sete anos e saí como gerente de loja. Deixei a empresa, pois tinha acabado
de me formar em jornalismo e consegui um estágio na TV TEM Rio Preto. Depois do estágio, trabalhei em outras emissoras e produtoras de tv, fiquei sete anos no ramo da comunicação até conhecer o franchising, minha maior paixão. No franchising, comecei em 2014 como franqueado de uma microfranquia de marketing, em Rio Preto. No mesmo ano fui convidado a fazer parte da equipe de expansão desta rede. Dois anos depois, decidi buscar novos desafios e montei minha empresa de consultoria, a Inova Economia Criativa, a qual detém a marca Paper Pão e é responsável pela expansão das redes Cuidare Cuidadores de Pessoas e Dank Idiomas. Juntas, as redes ultrapassam 300 unidades franqueadas”.

Para Daniel, seu ponto forte está na personalização dos projetos, preços justos e entrega de resultados. “Temos várias frentes de trabalho: formatação, consultoria e expansão e em todos eles oferecemos preço justo e planos personalizados. Com a rede Cuidare, por exemplo, saímos de 3 para 80 unidades em três anos, mas vamos além dos números: mergulhamos a fundo nas dores dos nossos clientes e propomos soluções práticas em todas as áreas. Minha missão é transformar pequenas marcas em grandes redes de franquias ao transformar franqueados em empresários de sucesso e ajudar pessoas a conquistarem seus sonhos”.

“Atualmente, encaro este momento de pandemia com muito respeito. Infelizmente estamos perdendo vidas, não creio que isso seja bom, obviamente. Mas também enxergo muito aprendizado e oportunidades. Apesar de alguns negócios estarem fechando e passando por questões financeiras complexas, por outro lado, vemos que novos negócios estão surgindo. O varejo de vizinhança, por exemplo, está crescendo, pois o consumidor está privilegiando pequenos negócios. O empreendedor está se reinventando e superando a crise com novas ideias e boas práticas. Novas franquias estão surgindo com modelos enxutos e menor investimento”.

Mesmo com um cenário tão incerto, Daniel segue cheio de projetos futuros. “Tenho muitos! Como todo empreendedor, sou inquieto (risos). Em 2021, lançaremos nova marca voltada para o agronegócio. Acredito que você é o responsável pelo seu sucesso e não deve terceirizar o seu protagonismo. Fuja do vitimismo e não se boicote. Não existe sucesso sem conhecimento e ninguém é alguém na vida sozinho. Precisamos de pessoas boas junto com a gente. Gratidão imensa a minha mãe por ter me dado a melhor educação que estava ao seu alcance e estar comigo em todos momentos”.

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Advogado militante nas áreas de Direito de Família, Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito Penal, Adriano é Teólogo, Educador, Palestrante, e Técnico em Finanças pelo Senac de São Paulo, bem como dedicado aos estudos de Mercado Financeiro, em especial títulos mobiliários. É Bacharel em Direito pela União das Faculdades dos Grandes Lagos, formado em Apologética Cristã e Estudo das Religiões, pesquisador da ciência teológica cristã, Pós-graduando em Teologia Sistemática pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper/Instituto Mackenzie em São Paulo e recentemente iniciou a Pós-graduação em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

“Venho de uma família pobre e simples do interior do Ceará e, desde os 6 anos, moro em São José do Rio Preto. Aos 16, eu e minha família fomos despejados de nossa residência. Quando cheguei do trabalho, me deparei com os móveis na calçada e vi minha mãe e irmão me esperando. Naquele momento, não tínhamos noção para onde iríamos. Levamos a causa para três advogados, porém nenhum deles agiram com honestidade e transparência. Ao encaminharmos a causa ao quarto e último advogado, conseguimos reverter o prejuízo e, consequentemente, ressarcidos. Posteriormente, no 3o ano da faculdade, resolvi estudar esse processo e verifiquei que havia ocorrido alguns erros processuais, motivo pelo qual nós havíamos sido despejados. Graças a boa atuação do último advogado, foi possível revertermos a situação. Foi nesse momento que me surgiu o sentimento de lutar pelo que é de direito, bem como combater as injustiças e desigualdades sociais”.

Depois de uma saga profissional em diversas áreas e já aprovado no exame da OAB, Adriano resolveu entrar de cabeça na advocacia no início de 2014. “Encarei sem dinheiro ou ajuda financeira da família – até porque não tinham – e sem parentes no ramo. Ou lutava para ter uma história pra contar ou morreria tentando. Mas naquele momento era tudo ou nada e o sonho era maior. Comecei com um colega, também recém-formado. Depois de um ano, surgiu a oportunidade de sociedade com um advogado experiente, com mais de 20 anos de carreira, pessoa que tenho muito orgulho de ter trabalhado e que o considero como meu mentor. Porém, depois de um tempo, resolvi voar com as próprias asas e montar meu escritório próprio onde venho atuando desde 2017”.

“Sabemos que muitos advogados escolheram a profissão por influência da família e deram prosseguimento nos serviços, bem como o sobrenome. No meu caso, não tinha esse contexto e foi o motivo pelo qual resolvi começar a saga partindo de mim, sendo esse mais um desafio que deveria enfrentar. E percorri toda essa jornada para contribuir com o progresso do próximo. Tenho enraizada a ideia de que devemos amar, ajudar e criar meios para suprir a necessidade, trazer felicidade e paz para as pessoas ao nosso redor. Uma das melhores maneiras é através do nosso trabalho. Como advogado, além de poder ajudar a resolverem seus problemas jurídicos, posso contribuir para seu progresso, além de também poder ajudar associações e fundações com a mesma finalidade. Acredito que não está em jogo apenas o cifrão, mas sim o bem-estar do cidadão. O advogado tem esta peculiaridade, pois não é simplesmente deixar o produto na prateleira e o cliente vem, escolhe, paga e leva. Vai além. Em muitas ocasiões, o cliente abre o coração, transmite sua dor, tristeza, desabafa e eu compreendo esse lado e me coloco como amigo que pretende aconselhá-lo”.

Com um histórico de muita garra e flexibilidade, Adriano logo adaptou para o atendimento durante o isolamento social: “Minha maior dificuldade na pandemia foi a impossibilidade de atendimento presencial, uma vez que a advocacia até então não estava enquadrada em atividade essencial. Tive que modificar e passei a atender de modo online. Em algumas ocasiões urgentes tive que comparecer ao escritório e trabalhar sozinho de portas fechadas. Mas todo o processo se adaptou também, como o peticionamento das peças processuais que agora é eletrônico e não é mais preciso comparecer ao fórum para protocolo”.

“Tenho muitas metas em curso e certamente outras surgirão. A pretensão é aumentar a equipe e espaço comercial e criar projetos para a equipe cursar pós-graduação, mestrado e doutorado, bem como outros da área. O lema é ‘estudar, se aperfeiçoar e continuar o estudo’. Novas ideias surgiram para otimização de tempo para algumas atividades jurídicas e implementações de sistemas desenvolvidos para atender este novo projeto”.

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Médico Neurologista e especialista pela Academia Brasileira de Neurologia desde 2015, Fábio Limonte também empreende e inova no setor por meio da junção de sua visão holística do corpo humano e a medicina moderna. “Tenho uma clínica em São José do Rio Preto/SP, a Ortopedia Moderna, e lá é onde realizo consultas em Neurologia e exames de Eletroencefalograma, ou seja, o Mapeamento Cerebral. Sempre pauto meus atendimentos por meio de uma abordagem sistêmica das principais doenças neurológicas. Vejo o indivíduo como um ser único e na mais ampla perspectiva da vida ao ouvi-lo muito e explicando com atenção cada passo do tratamento”.

Além da formação em Medicina pela FAMECA de Catanduva/SP, em 2011, e a especialidade em Neurologia pela FAMERP de Rio Preto/SP, em 2015, Fábio também conta com expertise acadêmica em Neurofisiologia pela USP de Ribeirão Preto/SP desde 2017. “No início dos estudos, o centro cirúrgico me encantava – aquele local sigiloso em que poucos entravam. Futuramente, descobri que existem locais mais sigilosos a serem explorados: a mente humana. Hoje, enquanto neurologista, tenho a oportunidade de auxiliar meus pacientes e compreenderem melhor como seu cérebro funciona”.

“Nesse processo de evolução intelectual, acredito que não tive dificuldades, mas vários desafios. A medicina se ultra especializa e, por vezes, perde o foco da visão sistêmica. Funcionamos além do corpo físico. Temos as emoções, os relacionamentos e a doença é só um décimo dos problemas que, enquanto médicos, temos que resolver e organizar na vida dos nossos pacientes. E, em minha jornada, contei com o auxílio de diversos médicos, professores e mestres dos quais tive a honra de trabalhar ao lado tanto na FAMERP, como na USP. No entanto, a professora de iniciação científica, Dra. Maria Luiza Mamede Rosa, é até hoje uma referência de qualidade e excelência em sua área de atuação e que me fez direcionar meus estudos para a área da Neurociência”.

“Tendo em vista a contribuição de todos em minha construção profissional, acredito profundamente que meu maior diferencial é fazer cada consulta e laudar cada exame de forma muito personalizada. Busco saber os motivos reais do paciente vir até mim, não apenas o que eles acham que tem, mas o que de fato os traz ali. Tanto que não faço projetos para o futuro, pois os executo todos no presente com o intuito de me atualizar com cursos que, por vezes, extrapolam a visão da medicina, tais como constelação familiar, psicanálise e medicina ayurvédica… Afinal, a mente de um médico tem que ser a mais ampla possível. Nunca enrijecida por protocolos ou guidelines. Tem que usar toda a sua bagagem de vida, todo seu máximo no empenho na resolução de cada caso. Desde o conhecimento técnico até as percepções mais sutis”.

Para Fábio, a maior motivação para todo o seu empenho é a gratidão daqueles que ele ajuda a ter mais qualidade de vida e ficarem livres de dores. “Quando um paciente reconhece que fiz algo que foi um divisor de águas em sua vida ou quando algum tratamento tem êxito, fico feliz e realizado. E daí vem a energia para fazer ainda melhor meu trabalho. A vida exige disciplina tanto do corpo, como da alma e, especialmente, do coração. Por isso, meus grandes desafios são diários: expandir a consciência todos os dias e ver além do óbvio. Ver o paciente além da doença, ver o ser humano além das suas adversidades”.

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Com ampla experiência nas áreas de vendas, financeira, consórcios, logística e franquias, Jean Cardenas é parte fundamental em seus dois empreendimentos no setor de alimentação na cidade de Cardoso/SP. O Bacharel em Administração e pós-graduado em Finanças e Controladoria de Empresas, se define como criativo, dinâmico, pró ativo, persuasivo, resiliente e, principalmente, empático – a soft skill, ou seja, uma das competências comportamentais que vem ganhando cada vez mais relevância no meio corporativo mundial e que você precisa ter para ser bem-sucedido.

“Nas vendas, sempre me destacava como um bom vendedor. Não por ser aquele que vendia mais, mas por ser o que atendia melhor e tratava bem os clientes e todas as pessoas com quem lidava no trabalho. Eventualmente recebia elogios de clientes por meio de gerentes pela simples ação de me colocar no lugar deles e tratá-los com muito respeito. Por isso, eu amo a área comercial, amo negociar e atender. Essa área é muito dinâmica, não tem rotinas e exige que sejamos proativos. E o que me motiva é vender não apenas produtos e mercadorias, mas é, em muitos casos, realizar o sonho das pessoas e tratar elas como eu gostaria de ser tratado”.

Para Jean, a crise pode despertar empreendedores e motivar grandes inovações no mercado como um todo. “A crise é um momento oportuno para que você se destaque dentre os demais. O empreendedor que for visionário e criativo nunca será afetado por crises, pandemias entre outras coisas, pois sempre estará à frente e se antecipará às dificuldades para conseguir administrar bem seu negócio”.

“Em meu mercado, por exemplo, as dificuldades enfrentadas com a chegada da pandemia foram inúmeras. Como, por exemplo, não poder atender o cliente no nosso local. Diante disso, fizemos parcerias com supermercados de toda a região e começamos a produzir em grande escala para que revendessem nossas mercadorias. Assim, a equipe comercial não perdeu seus empregos e remanejamos para a área de produção. Com o cadastros dos clientes, realizamos promoções para incentivar vendas direcionadas e também nas redes sociais. Assim, surgiu a demanda para contratarmos entregadores e criamos um cardápio digital em uma plataforma didática e de fácil entendimento para realizar pedidos conosco”.

Jean é obcecado pela excelência, característica que move seus negócios rumo ao sucesso. “Damos treinamento constante para que nossos colaboradores exerçam suas funções com a maior qualidade possível, principalmente no pós-venda. Acredito que ainda há muitos obstáculos a serem vencidos, pois, sem sonhos e desafios a serem conquistados, nos acomodamos em uma zona de conforto”.

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Advogado com escritório em Guapiaçu desde 2016, Matheus Kruger é formado em Direito e atualmente cursa MBA em Gestão de Negócios pela USP. “Primeiramente queria cursar Ciências Sociais, mas optei pelo Direito para também trabalhar na empresa dos meus pais enquanto estudava. Ao me formar, senti necessidade de ter meu próprio espaço e resolvi montar o escritório. Tinha o intuito de conciliar o trabalho com os estudos para concurso. Desde os 13 anos eu já fazia trabalhos de office-boy. Ia em banco, escritório de contabilidade, posto de combustível, material de construção etc. E essas pessoas e empresas com quem tinha contato acabaram se tornando meus clientes e passaram a me indicar outros clientes. Quando percebi, não dava para estudar para concurso. Não apenas porque tinha muito trabalho, mas porque advogar é muito apaixonante”.

“Existe um livro que gosto muito do Chad Harbach chamado ‘A arte do jogo’. Logo no início, quando os personagens principais se conhecem e um convida o outro para jogar em um time de beisebol, o veterano afirma que no beisebol é necessário sacrifício, paixão, desejo, atenção aos detalhes e necessidade de todos os dias se empenhar como um campeão. Acredito que essa passagem serve um pouco para a maneira como lido com meu trabalho, pois presto muita atenção aos detalhes e tenho grande paixão pela advocacia. Não me vejo fazendo outra coisa”.

Para Matheus, seu diferencial está na proximidade. “A estrutura enxuta, atendimento personalizado, grau de comprometimento e o fato de ter crescido dentro de uma empresa me ajudam a compreender melhor os problemas vividos pelos clientes, que são na sua maioria empresas também. São duas as coisas que me motivam muito, uma delas é poder lutar boas lutas. Como quando me trazem um problema que está causando grande transtorno e consigo solucionar. E a outra é o direito em si: pegar um caso, ler, estudar, entender qual a melhor forma de aplicar o direito, escrever uma boa petição e desenvolver a tese”.

“Sinto que o mercado tem mudado muito por conta da pandemia. Por um lado, contratos foram descumpridos, o que é prejudicial para todos os setores. Por outro, surgiram novas regras, como a redução ou suspensão dos contratos de trabalho que gerou demanda de orientação. Acredito que por meio de cursos e da pesquisas das mais recentes jurisprudências é possível estar atualizado, mas conhecimento de verdade é através de livros e artigos científicos, sentando, lendo, grifando… a fórmula básica e antiga de adquirir conhecimento. O projeto é me especializar mais para cada vez entregar melhores resultados. Ninguém perde por agir com correção e o esforço justifica o resultado”.

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Há quatro anos no mercado odontológico, Eladio Ismael Arroyo passou por uma grande mudança profissional e atualmente divide a sociedade da Clínica I9 Odontologia com Diego Rossafa Crocco. Formado em Fisioterapia e Odontologia, se especializou em harmonização facial, estética facial e dental, implantodontia e odontologia legal, frente do setor de perícia criminal.

“Sempre sonhei em trabalhar na área da saúde, sobretudo, em um campo mais abrangente. A grande dificuldade foi começar uma nova formação após anos de profissão na fisioterapia, mas, como sempre fui faminto por conhecimento, considero ter sido uma barreira fácil de superar. Diante disso, dediquei-me aos cuidados com a saúde geral aliados à aparência e autoestima por meio das técnicas de estética facial”.

“Quando optei pela nova profissão, levei em conta que a autoestima e o cuidado com a saúde bucal são importantes para a valorização dos relacionamentos profissionais, sociais e afetivos. Muitos são os casos em que a vergonha de sorrir afeta a vida das pessoas em seu cotidiano. E é exatamente neste ponto que posso fazer a diferença e deixar a minha marca registrada nos sorrisos proporcionados por minha bagagem profissional. Acredito na frase: ‘Se quisermos mudar o mundo devemos levar o sorriso a sério’”.

Durante a crise sanitária motivada pela pandemia do novo coronavírus, Eladio afirma que seu principal desafio foi se adequar ao atendimento sem maior contato com os pacientes e que tem se cercado de novos cuidados. “Minha área sempre me aproximou das pessoas e, diante do novo cenário, isso precisa ser evitado. Sinto falta do aperto de mão e do abraço de agradecimento mútuo, mas estou me adaptando. Com as devidas restrições necessárias e seguindo os protocolos de segurança, aos poucos, voltaremos ao processo normal de atendimento”.

“Apesar disso, sou otimista, perseverante e acredito em uma sociedade melhor: fraterna, pautada pelo diálogo e pelo respeito aos direitos humanos, com consciência crítica, porém, altruísta. Essa base faz parte do meu diferencial que é ter a visão humanizada do paciente. Entendo que, somente assim, conseguirei proporcionar um atendimento que se sobressaia. Não há sucesso em um tratamento sem vínculo. Sentir-se seguro e amparado são pontos-chave para um trabalho bem feito. Junto a isso, procuro conciliar o melhor em tecnologia e em conhecimento para proporcionar uma experiência confortável e singular. Além de sempre sonhar mais alto, visualizo novos empreendimentos e o crescimento da marca I9 Odontologia no mercado regional”.

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fotografia:Revista ANGEL / JR ROSSI
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O impressionante legado acadêmico de John Barroso pode até intimidar alguns, mas sua história de superação e o fascínio pelo aprendizado foram as chaves para conquistar um currículo de respeito com os mestrados em Administração, Sociologia, Estatística e estudos de doutorado em Sociologia Econômica pela Universidade de Pittsburgh. Hoje, atua como professor universitário de Matemática e Estatística na Universidade Point Park, nos EUA, e é contista e autor de livros sobre Xadrez e Sociologia no Brasil.

“Aos seis anos, meu pai faleceu e minha mãe me deu para poder casar-se de novo – já que seu namorado exigia uma mulher sem filhos. Nessa época, quando criança, morava numa rua em Gastão Vidigal/SP chamada Rua do Sapo, era a mais pobre da cidade, quase toda com casas de barro, sem iluminação, água ou esgoto. Vivi com parentes e estranhos até os 16 anos. Ainda assim tinha grandes sonhos: queria ser Crítico Literário e estudar na USP. Bem, consegui estudar na USP, onde tive momentos intelectuais inesquecíveis. Quanto a ser Crítico Literário, será realizado em 2021, quando lançarei o primeiro livro de Crítica Literária chamado “Minimalismo Literário Americano”. Esse sonho será realizado apenas 41 anos depois, mas será!”.

“No terceiro ano de Letras na USP, percebi que com o salário de professor praticamente passaria fome. Eu já havia passado fome, então, decidi abandonar Letras e ir para a Matemática, afinal sempre amei duas coisas: Matemática e Língua Portuguesa. Assim, não foi difícil me tornar estatístico, programar computadores e, depois, ser professor”. Hoje, John é o único estatístico da Point Park University, com o privilégio de lecionar o curso mais avançado do tema. “Nos anos de maturação da matemática, ou seja, por vinte anos, não li literatura, mas aos quarenta estava satisfeito com o que sabia e comecei a ler de novo”.

Essa foi a faísca para iniciar um novo ciclo na sua vida. “Lancei um novo livro de contos em julho, o Almas Invisíveis. Esta obra teve repercussão com o professorado de Doutorado em Literatura no Brasil, porém, a pandemia levou ao cancelamento de uma série de palestras sobre Literatura que faria em várias universidades, mas sigo com algumas lives no Facebook”.

“Alguns dizem que este livro será um marco importante na literatura minimalista brasileira. Nele, apresento contos que denunciam uma realidade brutal na cultura, marcada por violências que assolam minorias. O minimalismo no país é pouco conhecido ou estudado. Em 2021, pretendo lançar um novo livro de crítica literária especificamente voltado a apresentar o Minimalismo Americano, que é o que inspirou trabalhos mundo afora. Através dos meus contos pretendo levantar a consciência do público pensante para os problemas sociais brasileiros”.

Livro:
Almas Invisíveis, Editora Kazuá
R$40 + frete

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Proprietário da Tribus Rate, empresa especializada na área tributária e societária focada em negócios de todos os portes, Jean Cardoso é formado em Atuariais, Contábeis e Direito e é especialista em Controladoria, Finanças e Tributária com experiência no ramo desde 1986.

Para o empresário, o que o difere da concorrência é sua visão sistêmica de todo o negócio do empresário e, como consequência, o poder de agregar essa técnica em busca de bons resultados. “Tenho foco em trazer para as empresas de pequeno e médio portes, modelos praticados pelas grandes corporações para redução de sua carga tributária e minha missão é ajudar essas empresas a diminuir esses custos dentro da legalidade”.

“Iniciei no segmento enquanto escriturário fiscal em 1986 e me apaixonei pela área. Desde então, sempre busquei me aperfeiçoar. Acredito que a maior barreira superada nesse processo foi buscar em outros setores da administração métodos e visões sobre o negócio. Isso me ajudou a entender e entregar um trabalho mais abrangente ajudando meus clientes em seus resultados. E são os desafios que me motivam a seguir nessa empreitada, pois todo dia é preciso encontrar a melhor alternativa por meio de boas práticas e de conhecimento renovado constantemente”.

Diante da crise sanitária e econômica que assola o mundo, Jean vê a oportunidade e se faz necessário ao ajudar empreendedores a reduzir custos fiscais e otimizar os investimentos na manutenção de empregos e no giro econômico: “Nesta pandemia atual, meu mercado tem sido de grande relevância, pois as empresas – mais do que nunca – necessitam rever seus gastos e, com nosso modelo de negócios, conseguimos reduzir sua carga e otimizar os resultados financeiros. Como projeto para o futuro, tenho a intenção de criar uma escola profissionalizante para ajudar jovens a entrar na área tributária.”

“Além das questões técnicas que podem ser facilmente transmitidas por meio de empenho, acredito que os valores que são fundamentais para trabalhar neste setor são: resiliência, dedicação, zelo e foco nos objetivos.”

“É fundamental que não se perca tempo em busca do que se quer. Seja o primeiro a chegar, o último a sair, tenha a sinceridade como premissa de tudo, esteja disponível para qualquer desafio e tenha amor no que faz que o resultado vem”.

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Criatividade e proatividade são as palavras de ordem para Bruno de Oliveira, fundador e CEO do Ecommerce na Prática, a maior escola EAD de Negócios com foco em empresas digitais do país, e autor do best-seller ‘Crie Seu Mercado no Mundo Digital’. “É a criatividade do empreendedor que o faz superar barreiras. É preciso ser mais positivo, olhar mais para as oportunidades. Não só nos momentos de crise, mas também na bonança. Acredito que a gente pode criar boas ideias todos os dias e, para isso, é preciso fazer o que tem que ser feito, ter consistência, persistência, resiliência, determinação, capacidade para atrair, motivar, liderar pessoas e sempre com proatividade”.

Com mais de 18 anos de experiência em Varejo e Comércio Digital, Bruno hoje é considerado um dos grandes especialistas em Ecommerce do Brasil e, por meio de seu livro, já ajudou mais de 14 mil brasileiros e brasileiras a saírem do zero e construírem negócios de sucesso na internet. “O mercado de Ecommerce foi sem dúvidas o que mais se destacou nessa crise. Estamos na fase de divulgação de balanços e todas as empresas que têm um Ecommerce convertente obtiveram resultados realmente incríveis. E isso foi causado por uma profunda mudança de comportamento do consumidor”.

“Este novo movimento de consumo que aconteceu durante o isolamento imposto pela pandemia do novo coronavírus foi um resultado de uma nova cultura que não tem mais volta. Obviamente, a grande diferença dessa crise para outras foi a necessidade – as limitações empurraram as pessoas que ainda precisavam consumir para as lojas online. O ponto positivo é que a estrutura comercial no meio digital estava preparada para atender a demanda e, provavelmente, a marca que não se atentar para essa possibilidade de venda vai ficar para trás”.

O executivo lembra que não existe fórmula para o sucesso e muito menos a melhor circunstância para se lançar no mercado. “Quem fica esperando o momento certo para empreender acaba não empreendendo nunca. E, em contrapartida, os donos de empresas já têm muitos desafios todos os dias e são muito carentes de educação, de conhecimento – e, obviamente, ele não consegue se especializar em tudo. Quando esse empresário se vê em meio a uma crise sem saber o que precisa fazer, nem como fazer, é muito mais difícil enxergar possibilidades. Em alguns casos, é muito difícil até em acreditar que aquilo pode ser uma oportunidade. Mas, independente de ter o conhecimento ou não, o empreendedor não pode se fazer de coitado. Tem que partir para cima, buscar o conhecimento e fazer acontecer”.

“Acredita-se que o movimento de retomada está bastante forte e que tende a se intensificar de uma forma mais acelerada do que nas últimas crises. Mas é preciso ser consciente de que essa crise passa e logo vem outra. Então é preciso agir agora, não tem porque esperar passar para conquistar seus sonhos e objetivos”.

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“A crise trouxe grandes oportunidades. Há muitos anos ajudo as marcas a se diferenciarem no mercado, mas agora, mais do que nunca, as empresas que ainda copiam ou reproduzem o que seus concorrentes fazem não sobreviverão no mercado”. É esse papo empoderador e mente aberta que transformou Pedro Superti no profissional mais requisitado do Marketing de Diferenciação e um sucesso absoluto do empreendedorismo nas redes sociais, com quase 800 mil seguidores no Facebook, 632 mil seguidores no Instagram, 202 mil assinantes via e-mail e 15 milhões de visualizações em vídeos onde o mentor compartilha dicas e experiências para quem está disposto a fazer a diferença no mercado.

Superti define de forma muito prática o Marketing de Diferenciação: “é o marketing voltado para que as empresas se posicionem de maneira diferente e se destaquem para sair da guerra de preços e da concorrência predatória. O Marketing de Diferenciação ajuda empresários a se posicionarem como líderes de seus mercados e faz com que suas marcas se transformem em um movimento com clientes fiéis e fãs para a vida inteira. Mas a diferenciação não é apenas sobre ser diferente, é sobre ser surpreendente. Isso é, ser diferente de um jeito que o cliente queria, mas não esperava”.

Em mais de 20 anos de experiência, Superti já ajudou mais de dez mil clientes a dominarem o mercado usando técnicas de posicionamento que geraram mais de R$700 milhões em vendas diretas. “Ensino a venderem não apenas um produto ou serviço, mas sim um propósito e como tornar a concorrência irrelevante. Acredito que por meio do empreendedorismo é possível mudar a vida das pessoas e fazer do mundo um lugar melhor”, diz. E, em meio a crise sanitária e econômica sem precedentes, o especialista analisa o cenário de modo muito otimista e motivador. “Acho que a ‘coronacrise’ – termo que utilizo para me referir à pandemia – é uma das maiores crises, senão a maior, que o mundo já viveu. Ninguém estava preparado para isso e ela pegou muitos empreendedores em cheio. Negócios de vários segmentos deixaram de existir, mas por outro lado novos nasceram impulsionados pelas novas demandas do consumidor, que ainda vive um momento de grandes transformações na forma de consumir”.

“Comparo a crise a um tsunami, que é resultado da movimentação das placas tectônicas da Terra. É o alinhamento de algo que esteve desalinhado por tempo demais. Quando o tsunami passa, leva tudo, mas sempre nos traz algo de bom. Na vida, nada se perde. Ou eu ganho, ou eu aprendo. É uma oportunidade valiosa para o empreendedor refletir os motivos pelos quais a crise bateu na porta dele. Pessoas de sucesso não gastam energia com algo que elas não podem controlar, pois sabem que as respostas estão dentro delas. A crise tem um alto potencial de transformar negócios. Somente crises profundas produzem mudanças profundas. O empreendedor não conseguiria ter aquela ideia valiosa, desenvolver aquele produto inovador se não fosse a situação fora do comum. O que não pode acontecer é desperdiçar essa oportunidade que estamos vivendo agora. Vai se dar bem quem tirar o melhor proveito desse período, pois é preciso ter em mente que eu não tenho como controlar o vírus, mas eu posso controlar como eu reajo aos efeitos dele no meu negócio”.

O especialista afirma que agora é o momento ideal para revolucionar negócios. “O empreendedor tem que sair da vitimização por conta dos estragos que a crise ocasionou no negócio dele. Muita gente está tomada pelo desânimo de ter que demitir ou até mesmo fechar a empresa. Quando entender que tudo o que acontece é para o nosso bem, conseguirá ter acesso à chave da diferenciação. Por isso, a palavra de ordem é adaptação. Se dará bem quem estiver perto do cliente, entender suas dores, suas novas demandas, oferecer produtos ou serviços alinhados a elas, mesmo que para isso tenha que sacrificar seu portfólio e começar tudo do zero. Não pode ter medo de fazer o que os outros não fazem. A solução não está no padrão do que todo mundo faz. A diferenciação está na cabeça dele e não somente na troca da embalagem de um produto ou serviço”.

“Diferenciação não é fazer diferente, é buscar a sua origem. A verdadeira inspiração é quando você escuta uma coisa que te lembra quem você nasceu para ser. Então, acredito que quando a gente encontra e tem clareza do que nasceu para fazer tudo o mais se torna preto e branco. O som some. Você tem visão de foco. Agora é isso: criar e liderar um movimento. Se entender que está defendendo um propósito e convocar pessoas que acreditam para poder fazer parte, é uma das maneiras mais poderosas de deixar um legado que dura mais do que a sua vida terrena. E você? Qual o movimento nasceu para liderar?”.

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