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Ana Fontes

EMPREENDERORA

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Ana Fontes | Fotografia: Divulgação

Ana Fontes é empreendedora, especialista em empoderamento e empreendedorismo feminino. Pós-graduada em Marketing e em Relações Internacionais, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) – a primeira e maior rede de apoio a empreendedoras -, co-fundadora da W55 – aceleradora e fundo de investimento voltado para negócios de mulheres -, escritora e atua como mentora e jurada em várias competições nacionais e internacionais sobre empreendedorismo.

“Mulheres quando empreendem, investem o resultado na educação e bem-estar da família. Isso gera um impacto na comunidade importante para termos uma sociedade mais justa, com mais oportunidades e, principalmente, com mais educação e empatia”, conta.

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A executiva trabalhava há 20 anos em uma grande corporação quando resolveu sair por não se identificar mais com o modelo de negócio. “Pedi para sair, mas não tinha definido o que faria. Passados oito meses, decidi investigar, conhecer modelos de negócios e ações que aconteciam no mundo dos empreendedores. Foi a partir daí que abri o meu primeiro negócio, o site de recomendações Elogieaki, com outros dois sócios. Foi a primeira ação empreendedora e o caminho se abriu nesse momento”.

Seus maiores desafios sempre estiveram relacionados ao formato pré-estipulado do mundo corporativo. Segundo Ana, as grandes empresas valorizam pessoas com formação em universidades de primeira linha, que falam inglês fluente e tenham vindo de ‘uma boa origem’. “Eu não tinha nenhum desses requisitos, então sempre foi muito difícil e desafiador construir uma carreira. Eu consegui, mas a dificuldade sempre foi grande porque tinha que me provar o tempo todo em relação aos meus colegas”, lembra.

"Eu gosto de chamar de irmandade: é ajudar outra mulher para que o caminho dela não seja tão difícil..."

Ana Fontes

Esse foi apenas um dos motivos que a estimularam a iniciar sua mentoria. “Sempre digo que se uma mulher conseguiu, tem que trazer outras junto com ela. A mentoria é um canal importantíssimo para conseguir ajudar outras mulheres que não tiveram as mesmas condições. É o que chamam de sororidade. Eu gosto de chamar de irmandade: é ajudar outra mulher para que o caminho dela não seja tão difícil, mas mentoria também não é para dar solução. É recomendar caminhos para que a jornada seja menos dolorosa. Acredito demais nesta ferramenta para ajudar mulheres a se desenvolverem”, afirma.

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Expert no empreendedorismo feminino, a profissional compartilhou alguns dados recentes. “As mulheres estão empreendendo mais, hoje são quase 50% dos micro e pequenos negócios no Brasil. É muito importante entendermos a representatividade e o quanto essas mulheres são importantes para a nossa sociedade. Acredito no poder das mulheres de transformar a nossa sociedade por meio de uma visão mais humana e mais colaborativa”.

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